quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Dicas contra a ansiedade alimentar.


A ansiedade é velha conhecida de muitas mulheres, seja por pequenos períodos ou uma constante, não há quem já não tenha convivido com ela. É uma emoção subjetiva, geralmente acompanhada pela sensação desagradável de incerteza, seja sobre o futuro ou uma situação de perigo, que muitas vezes é inexistente ou pouco significativa. Quando a mulher corre para a geladeira tem a impressão que o alimento oferece um alívio a esta sensação.


1. A finalidade não é “deixar de sentir ansiedade”, mas aprender a lidar com ela. 


2. Fazer “regime” é grande fonte de ansiedade. “Regime” está ligado à punição, privação, frustração. É “tudo ou nada” ou a gente faz e “não come” ou não faz e devora o que vem a frente. Troque o “regime” por uma orientação nutricional personalizada, equilibrada e SABOROSA! Quem faz regime quer resultados para ontem...


3. Não tente abreviar o processo bancando a “faquir”, pulando refeições ou jejuando para “ir mais rápido”. Além de não adiantar, sua ansiedade será aumentada e você irá direto para o prato. Não fique sem comer por mais de 3 ou 4 horas, pois isso favorece os ataques de comer. 


4. É normal sentir ansiedade diante de situações novas e não previstas. Planeje, dentro do seu estilo de vida, horários aproximados e constantes para suas refeições e o que irá comer. Você se acostumará a sentir fome nestes horários. 

5. Fome não é catástrofe! Quando senti-la, calma! Observe que sentirá sensações diferentes da “vontade de comer” (um certo vazio no estômago, às vezes fraqueza, etc). Não vá como uma doida para qualquer alimento. Aceite-a tranquilamente como uma sensação saudável do seu organismo que você irá satisfazer com a comida que foi planejada, ingerida lentamente, muito bem mastigada, concentrando-se “com todos os sentidos”, saboreando cada bocado, fazendo pausas entre as garfadas. De quando em quando preste a atenção na sensação de saciedade que está aparecendo. Pergunte-se “ainda estou com fome?” Se estiver, coma um pouco mais, senão pare! ACOSTUME-SE A COMER PORQUE TEM FOME E NÃO PORQUE HÁ COMIDA DISPONÍVEL.



sexta-feira, 19 de outubro de 2012

“... Meu corpo não é apenas um conjunto de órgãos, nem o dócil executor das decisões da minha vontade. Ele é o lugar onde vivo, sinto, onde existo. Lugar de desejo, prazer e sofrimento, domicílio da minha identidade, do meu ser". Lapierre

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Cuide do seu sistema imunológico, para ficar livre de infecções.

Não é incomum ver atletas resfriados, gripados, com dores de garganta e até lesões uma, duas ou mesmo várias vezes ao ano. Isto ocorre quando pratica-se exercícios intensos e exaustivos,  em consequência disto, o sistema imunológico pode ficar debilitado, trabalhando de forma menos eficiente.

Essa queda de capacidade depende de variáveis como duração, frequência e intensidade do exercício físico, do tipo de dieta seguida, do estresse psicológico, de adaptações necessárias a mudanças de fuso horário e duração do repouso. Quando ultrapassamos nossas limitações fisiológicas há um aumento da taxa de ventilação do organismo, o que pode afetar a superfície do trato respiratório. Além disso, no exercício extenuante também é comum ocorrer maior depleção de vários nutrientes e uma desregulação hormonal por estresse fisiológico ao qual o corpo foi submetido.

É muito importante estar atento aos sintomas apresentados pelo corpo, como, por exemplo, cansaço, perda no rendimento, de apetite, peso, da motivação, insônia, depressão e aceleração involuntária dos batimentos cardíacos. 

Janela imunológica é o termo usado para designar o período que o organismo leva, a partir de uma infecção, para produzir anticorpos que possam ser detectados por exames de sangue. A janela imunológica varia de acordo com o tipo de infecção e sensibilidade do teste utilizado para detectá-la.

Nos treinamentos mais intensos, é mais comum o aparecimento do overtraining (patologia que significa auto estresse provocado pelo treinamento). Por isso, deve-se calcular a duração desse treinamento e a do descanso ideal durante e depois da atividade física, o que precisa ser feito por um profissional qualificado. Algumas pessoas acham que, por estarem se sentindo bem, não precisam descansar. Esse é um grande erro, pois elas podem estar se sentindo bem, mas não 100% descansadas. E o acúmulo da falta de descanso pode ocasionar uma lesão, o que afastará o atleta do treinamento por meses. Quanto maiores forem a qualidade e a quantidade de alimento, ajustadas à necessidade do atleta e ao descanso devido, melhor será o rendimento. Dessa forma, haverá menos risco de contrair infecções geradas por baixa do sistema imunológico.

Alguns nutrientes específicos podem melhorar o sistema imunológico. Alimentos que possuem gorduras “boas”, alguns ácidos graxos insaturados podem melhorar a resposta imunológica quando associado a uma alimentação balanceada.

  •     O Ômega 3 e 6 regula algumas células imunológicas. Esses nutrientes estão em alimentos como castanha de caju, castanha do Pará, nozes e peixes.
  • Vegetais e frutas de cores amarela, laranja e vermelha possuem carotenóides, que ativam o sistema imunológico e melhoram a defesa do organismo.
  • Óleos vegetais como óleo de milho, soja e azeite possuem vitamina E, que além de oxidante melhoram a resposta imunológica.
  •  Frutas ácidas como laranja, limão, abacaxi e tangerina são fontes de vitamina C, que têm efeitos benéficos em infecções respiratórias e gripes.
  •  Os probióticos, que são bactérias benéficas encontradas no iogurte e leite fermentado, reforçam o sistema imune.
  • Glutamina, é o aminoácido livre mais comumente encontrado em nosso corpo sendo a maior fonte de energia para o sistema digestivo e imune.
  •   L-Arginina, melhora o fluxo sanguíneo.
  • Coenzima Q10, tem como funções a geração de energia e o combate aos radicais livres produzidos durante a atividade física. Pode ser encontrado em alimentos como, sardinha, espinafre, brócolis, avelã.
  • Zinco, é necessário para a ação de muitos hormônios incluindo a insulina, o hormônio do crescimento e os hormônios sexuais. Sua deficiência pode resultar em infecções e diminuição da produção de HCl e de enzimas pancreáticas.

Alimentar-se bem e de maneira adequada ajuda o atleta a não adoecer e, o mais importante, a continuar treinando.

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