terça-feira, 8 de maio de 2012

Como a água pode influenciar na atividade física?


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REVISTA PILATES


Pesquisadores da Universidade de Birmingham, na Inglaterra, descobriram que a falta de preparo físico não seria a única razão pela qual muitas pessoas ficam acabadas, digamos, antes da hora. 

Depois de observar voluntários sob várias condições adversas e reunir uma série de dados, eles concluem em um estudo recente: um dos maiores contribuintes para a fadiga precoce é a desidratação.

“Quando nos exercitamos, existe uma boa demanda dos músculos por substâncias como glicose e oxigênio. E a água ajuda a transportá-los”, explica o fisiologista Orlando Laitano. Com pouca H2O disponível, esses materiais têm dificuldade para chegar ao seu destino – e, assim, falta energia para as pernas se movimentarem.

Essa desidratação local afeta a vinda de nutrientes essenciais à construção das fibras musculares, a exemplo da proteína. Aliás, até essas estruturas também são compostas de água. Privar-se dela, portanto, é ficar sem matéria-prima para formar mais fibras. Outro motivo para a recuperação ficar lenta quando o tanque está vazio.

O músculo depende de determinados sais minerais e – adivinhe! – água para realizar toda e qualquer contração. “A precisão e a suavidade do movimento diminuem significativamente se o indivíduo não bebe o suficiente. Isso, por si só, já aumenta a probabilidade de uma lesão”, alerta o médico do esporte Jomar Souza.

Para piorar, reservas aquosas abaixo da necessidade mexem inclusive com o desempenho do cérebro. “Os sinais enviados por ele para comandar determinada ação, como levantar uma barra ou chutar uma bola, perdem qualidade”, reforça Emerson Silami Garcia, profissional de Educação Física.

Goles na (sua) medida

O senso comum prega que se aja de acordo com os sinais do corpo. Em outras palavras, esvaziar a garrafinha no momento em que a boca ficar seca. “Mas hoje existem pesquisas revelando que o estágio de desidratação já se encontra avançado quando a pessoa percebe a sede”, contrapõe Ricardo Nahas, médico do esporte.

Os profissionais que trabalham com atividade física são unânimes: a hidratação deve ser individualizada, até porque há quem transpire mais do que outros ou viva em um local frio, onde naturalmente se sua pouco. Daí que os especialistas muitas vezes preferem recorrer a uma conta matemática simples: subtrair o peso corporal antes do exercício pelo obtido ao término dele. O saldo final é o tanto de água que precisa ser tomada ao longo da ralação seguinte.

Infelizmente, não dá para só encher a barriga d’água antes de correr. “O sistema digestório não consegue funcionar com um volume grande de líquidos e, inchado, causa desconforto”, explica Silami Garcia. Lançar mão de um cantil e dar uns bons goles a cada 15 minutos costuma resolver a questão. Bem hidratado, seu corpo – e, claro, seu desempenho – vai longe.

E as bebidas esportivas?

Elas oferecem uma mistura de carboidratos e sais minerais, que se esvaem durante pedaladas e corridas. “Mas só são recomendadas para atividades físicas que excedam uma hora de duração”, prescreve a nutricionista Patrícia Bertolucci.

O manual da hidratação

Saiba o que fazer para se exercitar sem deixar a secura tomar conta do organismo:

Antes: Nas duas horas que antecedem o momento da malhação, ingira de 250 a 500 mililitros de água. Evite refrigerantes, bebidas alcoólicas e, ainda, alimentos muito pesados.

Durante: A cada 15 minutos, beba de 125 a 250 mililitros. Se a atividade durar mais do que 60 minutos, água de coco e isotônicos podem ser uma boa opção, mas vale consultar um especialista.

Depois: Urina escassa e amarelada é um sinal claro de desidratação. No caso, lance mão de uma balança para saber quanto perdeu de peso. Então, basta repor na mesma medida.


domingo, 6 de maio de 2012

Condicionador profundo de mel

Ingredientes:


1 colher de sopa de mel
1 colher de sopa de azeite de oliva



Misture o mel com o azeite. Aqueça em forno de microondas para derreter e aplique nos cabelos molhados ou secos. Cubra a cabeça com uma toalha bem quente por meia hora enquanto toma um banho quente e relaxante. Shampoo fora!


Rotina No/low poo para cabelos cacheados - tim tim por tim tim

Muitas meninas de cabelos cacheados já devem estar escutando falar de uma nova onda provinda dos Estados Unidos chamada No Poo, o que significa isso... significa nunca lavar os cabelos com shampoo para manter os cachos bonitos, hidratados e brilhantes.

No entanto, praticar o no poo não quer dizer porcaria, não! Os praticantes do no poo costumam fabricar os próprios shampoos em casa, com limão e pepino (há muitas fórmulas), ou utilizar shampoos sem sulfatos, substancias que agridem muito os cabelos.

Pesquisando na Internet, eu encontrei várias dicas para a prática do No poo. Eu continuo adepta do Low Poo, que significa lavar os cabelos poucas vezes na semana e com shampoos sem sulfatos. O meu shampoo atualmente é o Oro Argan Shampoo Creme da Bioderm.

Dúvidas que eu tinha sobre o No Poo:

1) Você parou de lavar os cabelos com shampoos, lava apenas com condicionadores (eles têm sim agentes de limpeza, tá!) e o seu cabelo está óleo puro! Parece que esse primeiro contato é normal! O cabelo começa a responder bem depois de mais ou menos 4 semanas.

2) Fui pra praia ou pra piscina, meu cabelo está sujo! Utilize um shampoo sem sulfatos apenas uma vez por semana, ou nesses casos, eles têm outros agentes de limpeza menos agressivos.

3) Antes de começar a técnica, use um shampoo anti resíduos, pra tirar tudo que é porcaria do cabelo. Vou explicar: Muitos produtos para cabelos contém verdadeiros venenos para os fios, aqueles que grudam e não saem nunca mais, causando a quebra dos fios por acúmulo. Esses venenos são: silicones insoluveis e petrolatos. Eu indico os condicionadores da Elseve que são excelentes e não contém essas substancias do mal! Indico principalmente o Reparação total especial pra cabelos com química.

4) Esqueça aqueles silicones baratinhos da farmácia! Tudo porcaria!

5) Invista na umidificação com óleos naturais, eu disse 100 por cento vegetais! Os melhores são o de coco, abacate, milho, de gergelim, de argan, jojoba, e de oliva! A umidificação consiste em colocar antes de lavar com shampoo (sem sulfatos, claro!) por pelo menos meia hora, uma mistura de óleo vegetal e uma colherzinha de sopa de um creme ou condicionador da sua preferência nos cabelos. Eu estou usando óleo de coco vegetal.

6) Corte seus cabelos se estiverem com pontas duplas.

7) Se você tiver coragem e quiser mesmo investir no no poo, lave os cabelos com bicarbonato de sódio diluído em água morna (uma colher de sopa pra uma garrafa de água), jogue nos cabelos, massageie o couro cabeludo e enxague. A segunda opção é o vinagre de maçã, uma ou duas colheres de sopa para uma garrafa de água, cheira a vinagre, mas confere brilho e o cheiro sai facilmente com água. Há ainda uma terceira opção: Misturar a mesma quantidade de condicionador e suco de limão e passar nos cabelos. Eu ainda prefero o shampoo sem sulfato uma vez por semana!

8) Use um condicionador hidratante.

9) Use um pente de dentes largos para pentear os cabelos!

10) Deixe o condicionador agir nos cabelos por uns 5 minutos, ajuda na hidratação.

11) No fim do banho, enxague o condicionador com água fria, ela diminui o frizz e o volume. (Difícil, né!)

12) Aplique um gel, mousse ou spray nos cabelos se eles forem encaracolados ou ondulados, isso vai ajudar a fixar e definir as ondas. Lembre de olhar a composição desses produtos e não usar se eles contiverem silicones insoluveis e petrolatos.

13) Se o cabelo ficar impossível nas duas primeiras semanas, tente usar tranças, elas são um penteado protetor!

14) Outra dica é adicionar uma ou duas gotas de mel ao condicionador, as americanas amam.


terça-feira, 1 de maio de 2012

No Poo / Low Poo


Entrei em alguns blogs sobre cabelos e fiquei boiando quando li estes termos: No Poo e Low Poo. Resolvi pesquisar e era mais simples que eu imaginava. Fazer nota pra não esquecer!

A técnica
Trata-se de uma técnica de lavagem dos cabelos que não utiliza xampu (No Poo) ou que o utiliza moderadamente e com formulações suaves (Low Poo), e mantém a hidratação dos fios com o condicionador e finalizador.
Acredita-se que, dessa forma, durante a lavagem dos cabelos não será demasiadamente removida a proteção lipídica natural do couro cabeludo e cabelos junto com as sujidades acumuladas no dia-a-dia.

Opinião 
A lógica é bem simples e até aí tem precedentes químicos, bioquímicos e fisiológicos. Os cabelos cacheados já são naturalmente ressecados e frágeis, então a remoção da barreira lipídica natural causaria mais dano ao invés de tratá-los, pois os outros produtos (condicionador, creme de tratamento e etc.) não conseguem repor com eficácia esse conteúdo lipídico natural. Sem muitos problemas nas raízes, pois é onde se preduz o sebo que, infezlimente, não consegue chegar até as pontas dos cabelos com muitas curvas.
Diferente de cabelos lisos, finos e grossos, em que o óleo produzido na raiz rapidamente está em toda a extensão da fibra capilar. Nestes cabelos o xampu não faria tanto mal, pois o condicionador consegue repor o sebo removido durante a lavagem.






Continuando a sequência do Low Poo / No Poo, vocês poderão ver abaixo o que Lorraine Massey diz sobre o que pode e o que não pode ser usado em cabelos que fazem este tipo de tratamento.
O importante desse assunto é levar os consumidores a lerem os rótulos dos produtos que compram e entender o que estão comprando. Por isso, abaixo listarei as substâncias segundo sua nomenclatura internacional de ingredientes cosméticos e em sua tradução para o português. Além disso, há uma convenção internacional de se listar a composição em ordem decrescente de concentração das matérias-primas que constam naquele produto cosmético. No Brasil, as empresas sérias e que respeitam seus consumidores mantém esse padrão na composição de seus produtos.

Em seu livro, a autora faz as seguintes considerações sobre os produtos capilares:

Xampu: evitar os que contenham Sodium Lauryl Sulfate (Lauril sulfato de sódio)Ammonium Laureth Sulfate (Lauil éter sulfato de amônio) e Sodium Laureth Sulfate (Lauril éter sulfato de sódio). 
Sugere o uso de produtos que contenham Disodium EDTA (EDTA dissódico), Citric Acid (ácido cítrico) ou extratos de plantas. Também é sugerido utilizar produtos que contenham Cocamidopropyl Betaine (Cocamidopropil betaína), Dodecyl Polyglucoside (Dodecilpoliglicosídeo). 
Não é necessário xampu com agentes condicionantes, pois tudo será compensado com o uso do condicionador.

Condicionadores: é aconselhado evitar o uso de condicionadores que contenham silicones, ou seja, substâncias que terminem em -coneOs cabelos necessitam de emolientes, umectantes, proteínas e hidratantes, por isso deve-se procurar por essas substâncias nos rótulos dos produtos.
  • Emolientes: Shea Butter (manteiga de karité), óleos vegetais, olive oil (óleo de oliva) e óleos de castanhas;
  • Umectantes: Panthenol (D-Pantenol ou Pró-vitamina B5), Glycerin (Glicerina) e Sorbitol (Sorbitol);
  • Hidratantes: Aloe vera (Aloe vera ou Babosa), Aminoacids (Aminoácidos, não cita nenhum especificamente).
  • Proteínas: Wheat (Trigo) e Soy (Soja). A autora não cita, mas encontrar o termo Protein já é um bom indício.
Gel fixador: Preferencialmente géis transparentes ou semi-transparentes, sem corantes. Deve conter PVP (Polyvinylpyrrolidone ou Polivinilpirrolidona), PVP/VA (Vinil Acrylate ou Acrilato de vinila).



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