quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Sentir mais sono no inverno é sinal de preguiça?


Sentir mais sono no inverno é sinal de preguiça?


Quem nunca pensou ao ver o tempo chuvoso e o frio do lado de fora da casa que se tratava do dia ideal para ficar debaixo das cobertas? Todo mundo sabe que essa “preguiça” aumenta quando o tempo esfria, mas será que é só isso? Na verdade, não. O nosso corpo reage às mudanças climáticas. O metabolismo pode ficar mais ou menos acelerado e a presença da luz do sol influencia diretamente no tempo que cada um passa acordado. Isso não significa, no entanto, que a necessidade de sono seja maior durante o frio, mas, sim, que o corpo se sente bem por estar na cama. É uma sensação de conforto.
Segundo especialistas, é fundamental lembrar que a qualidade do sono é mais importante do que a quantidade de horas dormidas para garantir uma jornada cheia de disposição. Assim, fica claro que com dias mais curtos e noites mais longas, o inverno configura a estação perfeita para o sono. As temperaturas mais baixas também tornam todo o processo mais satisfatório, afinal é gostoso estar agasalhado e protegido na cama quentinha, enquanto o tempo está frio do lado de fora. No verão, o calor parece ser um empurrão para as pessoas acordarem e curtirem o dia, principalmente porque não é tão prazeroso estar deitado em dias quentes.
Dormir um pouco além do costume não vai deixar seu corpo mais lento. Na verdade, ninguém dorme além do necessário, pois o corpo controla a necessidade de sono de cada um. O que pode deixar a pessoa mais lenta, com dificuldade de concentração durante o dia, é a qualidade do sono. Se ele for muito leve, interrompido várias vezes durante a noite, e se ao acordar você já se sentir cansado, algo pode estar errado.
Outro aspecto que vale ser ressaltado, é que não existe uma quantidade fixa de horas de sono para cada pessoa. Em geral, ao longo da vida, as horas de sono diminuem, ou seja, os recém-nascidos dormem quase o dia inteiro; na adolescência, essa necessidade gira em torno de 10 horas diárias; na idade adulta, a média é de 8 horas por dia de sono. Isso não significa, entretanto, que uma pessoa não possa estar descansada dormindo apenas 6 horas por noite. Isso dependerá de cada organismo.
Cuidados com o ganho de peso
Dormir um pouco mais no inverno pode não ser sinal de preguiça, mas passar a estação sem se exercitar pode ter alguns efeitos indesejáveis na balança. Isso acontece, pois, nessa estação, a fome aumenta, uma vez que o corpo precisa de mais energia para manter a temperatura dentro da normalidade.
Portanto, você pode até dormir além da conta, mas nada de ficar sem se exercitar.

domingo, 5 de agosto de 2012

O Psicomotricista

“... meu corpo não é apenas um conjunto de órgãos, nem o dócil executor das decisões da minha vontade. Ele é o lugar onde vivo, sinto, onde existo. Lugar de desejo, prazer e sofrimento, domicílio da minha identidade, do meu ser". LAPIERRE



O profissional de educação física, geralmente, é muito bem sucedido ao escolher esta área de atuação em virtude da sua formação acadêmica ser traçada sobre uma linha tênue entre educação e saúde.


As áreas de atuação englobam a educação, saúde, pesquisa e empresa.

A clientela é vasta e a psicomotricidade atende indivíduos desde o nascimento até a velhice, este público agrega crianças em fase de desenvolvimento: bebês de alto risco; crianças com dificuldades/atrasos no desenvolvimento global; pessoas portadoras de necessidades especiais: deficiências sensoriais, motoras, mentais e psíquicas; além disso, o psicomotricista pode atuar, também, com a família ou empresa.

Sendo assim o mercado de trabalho divide-se em creches, escolas de educação normal e especial, academias, clínicas multidisciplinares, postos de saúde, hospitais e recursos humanos.

Os psicomotricistas, geralmente, são educadores ou psicólogos, e atualmente, outros profissionais da área de saúde como enfermeiros e fisioterapeutas têm buscado a formação em psicomotricidade.

Estes profissionais procuram cursos de formação especializados ou de pós - graduação.

Há diferentes vertentes da Psicomotricidade:

Reeducação Psicomotora

Destinada a indivíduos que apresentam déficit motor.

Características: Prática mecanicista, dualista e diretiva que se utiliza de testes, diagnósticos e sessões.


Terapia Psicomotora

Destinada a indivíduos normais ou portadores de deficiências físicas ou mentais que apresentam dificuldades de comunicação, de expressão corporal e de vivência simbólica.

Características: Atendimento individualizado em clínicas, hospital psiquiátrico, grupos de ajuda psicopedagógica ou centro médico pedagógico.


Educação Psicomotora

Destinada ao desenvolvimento de todas as potencialidades do indivíduo e é dividida em:

• Educação Psicomotora Funcional ou Psicomotricidade Funcional ou Geral.

Características: Atendimento individualizado ou em grupo realizado em clínicas e escolas, as atividades são baseadas na prescrição de exercícios;

• Educação Psicomotora Relacional ou Psicomotricidade Relacional.

Características: Atendimento individualizado ou em grupo realizado em clínicas e escolas, atividades baseadas no jogo espontâneo e simbólico.

O profissional interessado em investir nesta área do conhecimento deve analisar cada linha de pensamento e escolher aquela com a qual tenha mais afinidade e independente de ser uma vertente educacional ou terapêutica é importante conhecer a credibilidade da Escola que oferece tal formação.

Como psicomotricista relacional posso dizer que o trabalho consiste em oferecer ao público infantil a oportunidade de vivenciar o seu próprio corpo num espaço simbólico, onde a brincadeira espontânea traduz os desejos da criança e explora suas capacidades motoras, emocionais e cognitivas. O nosso papel é interagir com a criança e identificar suas dificuldades e potenciais para poder criar estratégias que contribuam para o seu desenvolvimento global.





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